Cadastre-se em nosso boletim semanal

Nome:
Email:
Cadastre-se e receba as atualizações do site

Existe a família ideal?

Possuímos (a maioria de nós) o livre arbítrio na escolha da nossa próxima reencarnação; escolhemos aquilo que é importante para nosso crescimento espiritual. Algumas destas escolhas são boas e outras podemos não achar tão boas assim (principalmente depois de reencarnados); escolhemos ainda nossos pais (a maioria de nós) e aceitamos nossos filhos; escolhemos nosso corpo, o ambiente em que vamos reencarnar e os espíritos que irão conviver ao nosso lado (marido ou esposa, grandes amigos, etc.).

Porque, escolhendo tudo o que vou passar, muitas vezes reclamo da vida que levo em família? Pois na família estão os espíritos que mais precisam se reajustar conosco! Na reencarnação (graças a Deus) esquecemos do nosso passado.

Joanna de Angelis no livro "Estudos Espíritas" nos diz que "a família é um grupo de espíritos normalmente necessitados, desajustados, em compromisso inadiável para a reparação, graças à contingência reencarnatória.” No livro "SOS Família", diz Joana, na página 23 que "a família é, antes de tudo, um laboratório de experiências reparadoras, na qual a felicidade e a dor se alternam, programando a paz futura".

A instituição família começa muito antes da existência da família no plano terrestre.

Em “Nosso Lar”, André Luiz, na página 216, em conversa com um espírito, recebe o seguinte comentário: “... concede-lhes a bondade divina o esquecimento do passado, na organização física do planeta, e vão receber, nos laços da consangüinidade, aqueles de quem se afastaram deliberadamente pelo veneno do ódio ou da incompreensão...

Encontramos na página 249, do mesmo livro: “o noivado é muito mais belo na espiritualidade. Não existem véus de ilusão a obscurecer-nos o olhar...

Para a sociedade, qual seria o resultado do afrouxamento dos laços de família? Em “O Livro dos Espíritos”, pergunta 775: uma recrudescência (reaparecimento dos sintomas de uma doença) do egoísmo.

Precisamos nos amar mais. “O amor verdadeiro é uma emoção que se intensifica no decorrer da vida. São os atos pequenos, do cotidiano, a proximidade, que fazem o amor florescer. É partilhar, cuidar e respeitar um ao outro. É construírem juntos uma vida, uma família e um lar.” – Gabriel Garcia Marques – Amor nos tempos do cólera.

Portanto a família ideal é a nossa família, para que juntos possamos apreender a amar a toda a humanidade! É através da convivência familiar que criamos histórias (mitos) que passamos de geração a geração, estruturando nossos porquês. Transmitindo para os filhos nossos exemplos que evangelizam muito mais que nossas palavras.

Lembrando sempre que família ideal também somos nós quando convivemos como irmãos nos exemplos cristãos.

por Alan Diniz de Souza
O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Curta e Compartilhe esse artigo no Facebook!