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Influências mediúnicas

Acordamos bem, estamos com a vida em ordem, o dia é promissor, nossa vibração está no melhor nível que poderia. No meio do nosso caminho chutamos com o dedinho o pé da cama, sonolentos que estávamos, perdemos a compostura. Ofendemos “a cama”, “o dia”, “o tapete” e mais alguém que estiver em nossa frente. O dedo continua doendo, e o nosso humor entra na classificação má.

Imaginemos agora que o que nos ofendeu não foi “a cama” e o que ficou doendo não foi o dedo, mas sim estamos ofendidos em nosso orgulho, vaidade, amor próprio ou qualquer outro ponto mal desenvolvido em nós e o que vai doer é nossa consciência.

Como agimos neste momento? Gritamos e saímos ofendendo a todos que estão na nossa frente ou saímos agredindo o outro, ou então o que fazemos? Como nos comportamos?

Nestes momentos que perdemos o controle, mudamos nossa vibração, abaixando sua freqüência, acessamos mentalidades encarnadas e desencarnadas que vibram costumeiramente nelas e aquilo que já não está bom acaba ficando pior.

Ficamos irritados, desconfortáveis, sensíveis a qualquer crítica, queremos que o mundo acabe e quando menos esperamos descarregamos no primeiro que encontramos. Estamos descontrolados, totalmente influenciados por outras vibrações, que não aquelas que seriam as nossas no natural.

O que está acontecendo comigo? Somos “... um Turbilhão Eletrônico, regido pela consciência”, segundo Emmanuel na Introdução do livro Nos Domínios da Mediunidade, “cada corpo tangível é um feixe de energia concentrada... Cada criatura com os sentimentos que lhe caracterizam a vida íntima emite raios específicos e vive na onda espiritual com que se identifica.”

Assim, quando alteramos nossa sintonia para “baixo” entramos em contato com espíritos (encarnados ou desencarnados) sem noção de responsabilidade, sem amor ao estudo e sem esforço perseverante no próprio burilamento moral, nos afastamos dos nossos benfeitores espirituais que vibram em outras sintonias, e ficamos com mais dificuldade em nos reequilibrarmos.

A fim de nos salvaguardar destas influências, e vibrarmos numa sintonia na qual além de nos tornarmos luz para o nosso próximo, estaremos em companhia do mais alto, o único caminho é evangelizarmos nosso coração, para protegermos nossa mente.

Emmanuel ainda nos lembra no livro Apreço: “O Universo é uma corrente de amor, em movimento incessante. Não lhe interrompas a fluência de vibrações.”

Resumindo, “-A cada qual segundo suas obras.”