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Criança de 5 anos mata a mãe - como explicar pelo Espiritismo?

A imprensa mundial no período de 7 de maio/06, noticiou o seguinte caso.

Na Bósnia, uma criança de 5 anos achou um revólver em casa e pensando que era  de brinquedo passou a brincar com ele, e apontou para sua mãe e o revólver disparou e a matou. Como se explica isso pelo espiritismo? Os consultórios estão cheios de pessoas com traumas de infância.

Por que uma criança matou sem saber? Como o mundo espiritual permite?

Isso pode para ela ser um problema muito grande, psiquicamente falando, por toda a sua vida.

Faço minhas considerações, baseado no fato de que não seria justo o menino cometer um crime e ficar inocentemente traumatizado, ocorrendo-me a seguinte explicação. Envolvimento com vidas passadas. Os obsessores: -  o menino e a mãe  devem pertencer a um grupo de espíritos que estão se perseguindo,  de vidas passadas, por cobranças de débitos. O menino também faz parte do grupo. O fato dele se envolver com um “crime” está inserido no contexto de sua vida passada por implicação com os erros do grupo – perseguidos e perseguidores. Quando o espírito tem esse grau de envolvimento, os espíritos protetores não conseguem protegê-lo. Por isso crianças também são obsediadas.

Jorge Hessen,  em artigo  na Revista O Espírita - Maio / Agosto de 2000, fala das obsessões em crianças.

”Dentre as muitas psicopatologias graves de origem obsessiva, a que afeta a infância apresenta-se mais constrangedora, principalmente quando os desencarnados adversários acompanham a criança e se apresentam espiritualmente no instante do parcial desprendimento pelo sono, fazendo-a recordar dos deslizes morais de ontem, situação em que recuam para o corpo sob pesadelos atrozes, aos gritos e temores e irão instalando as fixações enfermiças pelas quais as futuras perseguições se tornam subjugações.

A criança obsediada apresenta comportamento diferente, incontrolável, alternando dos estados agressivos aos de quietude depressiva e muitas vezes tentando a autodestruição. (suicídio)

Allan Kardec também fala de obsessões em crianças e cita casos até de homicídios praticados por crianças obsediadas ou levadas por seus instintos malévolos, próprios ainda de seus espíritos ignorantes.

Kardec, na Revista Espírita de 1859, pág.348, nos fala de uma criança de 7 anos e meio que cometeu homicídio, com premeditação e agravantes. O espírito de São Luiz comenta que trata-se de um espírito muito atrasado, ainda embrutecido,  e que estava no início  de seu período humano. Na Revista  de 1858, pág. 284, sob o título Problema Moral, nos fala de um menino de 12 anos que cometeu um crime apavorante, contra 5 crianças. A espiritualidade consultada disse que esse espírito reencarnou com essa índole criminosa que já possui antes. Na Revista de 1866, pág. 161, fala da monomania incendiária precoce, citando um menino que aos 18 meses sentia prazer em por fogo em tudo o que podia, aos dois anos queimou quase todos os móveis da casa e aos 4 anos e meio tentou por fogo onde dormiam seus pais. Os Espíritos explicam que essa criança trazia consigo inclinações perversas como reflexo de seus atos de vidas passadas e estava sob influências de espíritos que foram por ela lesados e queriam prejudicá-la forçando-a a atos criminosos por vingança, valendo-se de suas tendências.

Isto não torna as vítimas inocentes, elas são comprometidas com o passado e estão passando por provas ou expiações.

E as crianças faltosas, não são espíritos de crianças, mas, sim, espíritos adultos, também comprometidos com o passado e que apenas estão na fase infantil do corpo físico, mas com todos os seus compromissos assumidos. Jesus: Colhemos o que semeamos. Chico nos diz no Livro O Evangelho de Chico Xavier, pág.118, que, no período da infância é normal as crianças serem protegidas, mas, quando o ódio é muito entranhado, o compromisso é recente, o espírito obsessor se mostra implacável... e não abandona a vítima enquanto não consegue seus objetivos de vingança...

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