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Brasil, meu Brasil Brasileiro

O Espiritismo, revestido da autoridade concedida por Jesus aponta de forma clara e inequívoca os problemas que assolam a nossa pátria. Legislativo, Executivo e Judiciário manietados por compromissos indissolúveis. Assistimos diariamente uma avalanche de acusações, mentiras, calúnias e delações de criaturas que se locupletam das riquezas da nação, enquanto o interesse coletivo é totalmente abandonado.

João 16:7-14

“Todavia digo-vos a verdade, que vos convém que eu vá; porque, se eu não for, o Consolador não virá a vós; mas, quando eu for, vo-lo enviarei.
E, quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça e do juízo.
Do pecado, porque não creem em mim;
Da justiça, porque vou para meu Pai, e não me vereis mais;
E do juízo, porque já o príncipe deste mundo está julgado.
Ainda tenho muito que vos dizer, mas vós não o podeis suportar agora.
Mas, quando vier aquele Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a
verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e
vos anunciará o que há de vir.
Ele me glorificará, porque há de receber do que é meu, e vo-lo há de anunciar.”

Livro dos Médiuns

“Questão: 337. Se mau rumo a reunião tomar, dir-se-á, não terão as pessoas sensatas e bem-intencionadas, a ela presentes, o direito de crítica; deverão deixar que o mal passe, sem dizerem palavra, e aprovar tudo pelo silêncio?

R: Sem nenhuma dúvida, esse direito lhes assiste: é mesmo um dever que lhes corre. Mas, se boa intenção os anima, eles emitirão suas opiniões, guardando todas as conveniências e com cordialidade, francamente e não com subterfúgios. Se ninguém os acompanha, retiram-se, porquanto não se concebe que quem não esteja procedendo com segundas intenções se obstine em permanecer numa sociedade onde se façam coisas que considere inconvenientes.

Pode-se, pois, estatuir como princípio que todo aquele que numa reunião espírita provoca desordem, ou desunião, ostensiva ou sub-repticiamente, por quaisquer meios, é, ou um agente provocador, ou, pelo menos, um mau espírita, do qual cumpre que os outros se livrem o mais depressa possível. Porém, a isso obstam muitas vezes os próprios compromissos que ligam os componentes da reunião, razão por que convém se evitem os compromissos indissolúveis. Os homens de bem sempre se acham suficientemente comprometidos: os mal-intencionados sempre o estão demais.

O conceito aqui aplicado a uma reunião espírita pode ser ampliado e aplicado à reunião do conjunto de poderes que dirige a nossa nação. Entenderemos então o porquê de não se conseguir alijar deste conjunto aqueles que provocam desordem ou desunião. Ninguém tem moral para se opor ao "status quo" pelos compromissos indissolúveis que os envolvem a todos. Os líderes envolvidos estão visceralmente comprometidos e nossa esperança é que surjam das bases ali representadas, lideranças investidas da autoridade moral que seja capaz de mudar este estado de coisas.

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