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Estudando a Mediunidade

Mediunidade é a faculdade psíquica e/ou a habilidade de comunicação entre as duas faces da vida (Espíritos encarnados e desencarnados).

À medida que evolui e se moraliza, o indivíduo adquire faculdades psíquicas elevando sua percepção espiritual. No entanto, àqueles, ainda atrasados em moralidade também são concedidas tais faculdades. Não as conquistam, recebem-nas como empréstimo, como forma de contribuição à sua evolução – numa posse precária, cuja consequência fica dependendo do modo como forem utilizadas; cabe ao indivíduo cumprir a tarefa cujo compromisso assumiu nos planos espirituais.

A força psíquica, nessa ou naquela forma de aquisição, nesse ou naquele teor de expressão, nas linhas de atividade em que nos situamos é peculiar a todos os seres humanos, ou seja, todos somos médiuns!

Os fenômenos de natureza mediúnica não ocorrem a horas certas, com determinadas pessoas, nos círculos fechados do Espiritismo prático, mas a todo o momento, por toda parte, com todo mundo. Podem ocorrer com grande frequência na rua, no lar, na escola, no local de trabalho.

A mediunidade não é propriedade do Espiritismo e, sim, como fenômeno natural, um dos múltiplos aspectos da própria vida. Porém a ignorância em torno da problemática da mediunidade fora do contexto doutrinário do Espiritismo paga-se alto preço em angústia, decepção, desequilíbrios emocionais e mentais, perfeitamente evitáveis.

Não é nada fácil à pessoa que descobre em si os primeiros sinais de mediunidade encontrar acesso ao território onde suas faculdades possam ser entendidas e identificadas. Já o treinamento e educação para a prática mediúnica é, por sua vez, assunto delicado, mesmo na intimidade dos núcleos Espíritas.

Todo médium, se assim o desejar, pode saber por que é médium, que faculdades possui, mas também os limites de sua aplicação, consequências de sua ação, objetivos a atingir e responsabilidades que assume, tanto como indivíduo quanto como membro da coletividade.

Não basta saber, é preciso entender que mediunidade é sintonia e filtragem. Cada Espírito vive as forças com as quais se combina, transmitindo-as segundo as concepções que lhe caracterizam o modo de ser. Seria contraproducente, no entanto, a movimentação das energias utilizadas na educação para a prática mediúnica simplesmente para satisfazer a curiosidade, mas com o propósito de exercê-la com força ativa de trabalho ao próximo tomando-a por obrigação, por senda de disciplina e trabalho, consagrando-a dia a dia a servir com ela a si mesmo.

 

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