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Antonio Gonçalves da Silva - Batuíra


Português, foi batizado com o nome de Antônio Gonçalves da Silva. Mas, por ser muito ativo, e viver correndo agitado, as pessoas o apelidaram de "o batuíra", o nome da ave pernalta, ligeira e de vôo rápido, que freqüentava a várzea formada quando o rio Tamanduateí transbordava, lá onde hoje fica o Parque D. Pedro II, em São Paulo. Seu nome acabou incorporando o cognome "Batuíra".

Homem simples, se alimentava-se apenas de hortaliças, legumes e frutas que plantava no quintal de sua casa.

Batuíra defendeu a idéia da abolição da escravatura no Brasil, albergando escravos até conseguir a carta de alforria ou se empenhando nas letras.

Tomando conhecimento do Espiritismo, integrou-se na causa e desprendeu-se de tudo quanto tinha. Tornou-se um dos pioneiros do Espiritismo no Brasil. Fundou o "Grupo Espírita Verdade e Luz", em 1890, onde se dedicou a discorrer sobre "O Evangelho Segundo o Espiritismo".

Espírito bondoso, dividia com os necessitados o fruto de suas economias. Na sua casa, nunca se negou o auxílio a quem precisasse e diz-se que um grupo de deficientes físicos vivia permanentemente com ele. Quem ali chegasse, tinha cama, mesa e um cobertor.