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Jaçanã Altair Pereira Guerrini

Natural de São João da Boa Vista, casou-se em 1925 com Leandro Guerrini, em Piracicaba, fixando residência na cidade. Professora primária, foi também poetisa, articulista, contista e oradora.
Entre suas obras, está o romance João Negrinho que em 1958 se tornou roteiro do filme de mesmo nome. Trata da jornada e da amizade de dois garotos, um negro e outro branco, em uma fazenda, durante o período pré-abolicionista, unidos pelo esforço piedoso de um padre que prega a igualdade das raças e combate as crueldades contra os escravos.

Compartilhou com o esposo, visitas semanais a doentes, levando consolo e evangelho aos lares dos aflitos.

Também levou para a União sua experiência em teatro de bonecas e sua sensibilidade artística como musicista e escritora.

Embora não tenha ocupado nenhum cargo da diretoria, atuou na realização de diversos festivais artísticos.

Foi membro do departamento artístico, criado em 1951, juntamente com Victorino Corrêa Prado e Alzira Peetz Prado, com a finalidade de preparar as festas da evangelização, assim como sua ornamentação.

Muito contribuiu para a formação das crianças e jovens com belas esquetes cujas mensagens de amor e nobreza se destacavam.

Ajudou com suas apresentações o levantamento de recursos para o Serviço Social, quando algumas delas foram realizadas em outros palcos da cidade.

Também colaborou com as verbas necessárias à construção da sede da União e educandário Nosso Lar.

Juntamente com seu marido Leandro Guerrini, destacou-se pela disposição no trabalho de divulgação da Doutrina Espírita e doação de seus talentos artísticos com o interesse único em servir.