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Por Setor de comunicação em 16/01/2012


Conforme O Livro dos Espíritos, Jesus é o modelo de perfeição oferecido por Deus para seus filhos.

Em seus ensinamentos, valorizou a conduta humana em detrimento das práticas exteriores, comuns no judaísmo da época; resumiu toda a lei num único mandamento: o amor a Deus e ao próximo; combateu preconceitos; valorizou os sentimentos e os atos das pessoas; apontou a transformação moral como o caminho para a salvação.

“Com base nesses ensinamentos de Jesus, a Doutrina Espírita proclama a ação no lugar da adoração exterior, a conduta elevada no lugar do rótulo religioso, a essência no lugar da mera aparência” (Fundamentos da Doutrina Espírita, Segunda parte, Capítulo I, 9).

Jesus não é Deus

Jesus, criatura de Deus, assim como nós, cuja superioridade moral e intelectual atingiu os mais elevados níveis, passou pelas mesmas experiências reencarnatórias pelas quais estamos passando.

A SantíssimaTrindade (Pai, Filho e Espírito Santo) não foi pregada por Jesus, mas adotada como medida conciliatória quando o Cristianismo, passando a ser a religião oficial de Roma, sofreu alterações em sua composição para adequar-se aos interesses políticos de então.

O Espiritismo é o cumprimento da promessa do Cristo e veio para restaurar o Cristianismo primitivo e complementar os ensinamentos de Jesus: “Se me amais, guardai os meus mandamentos; e eu rogarei a meu Pai e ele vos enviará outro Consolador, a fim de que fique eternamente convosco: - O Espírito de Verdade, que o mundo não pode receber, porque o não vê e absolutamente o não conhece. Mas vós o conhecereis, porque ele ficará convosco e estará em vós.” (João XIV:15 a 17).

Um auto-exame

“Jesus pretendeu sensibilizar o homem para a maior revolução que se pode deflagrar sobre a face da Terra: a revolução moral no íntimo de cada criatura, aquela que equacionaria de vez todos os problemas humanos e que mudaria o panorama social do planeta. Para desencadear tal revolução, cada homem usaria como arma O CONHECIMENTO e como estratégia, O AMOR” (Fundamentos da Doutrina Espírita, Segunda parte, Capítulo I, 9).

Devemos questionar nossas atitudes e avaliar o quanto os empecilhos a vencer, ainda arraigados em forma de vícios, nos impede o progresso, lembrando a caridade pregada por Jesus e utilizada por Kardec como lema do Espiritismo: “fora da caridade não há salvação”.